segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Trabalhos expostos

Os trabalhos dos alunos foram expostos no pátio da escola,  durante o intervalo  ocorreu a montagem e a visita dos produtores do projeto e suas obras.



Projetos para melhorias no bairro


Fotos do desenvolvimento do estágio


Patrona : Maria Ignês Lopes Rossi


Material produzidos pelos alunos


Alguns projetos feitos alunos










Mostra de Trabalhos

 EMEF Profª Maria Ignêz Lopes Rossi








sábado, 23 de novembro de 2013

Sistema Solar




O Sistema Solar é um sistema planetário constituído pelo conjunto de corpos celestes que orbitam o Sol e que, portanto, estão sob sua influência gravitacional. Dentre esses objetos, os maiores são os planetas, que totalizam oito, seguidos pelos cinco planetas anões, vários satélites naturais e inúmeros outros corpos menores, como asteroides e cometas. As primeiras teorias do movimento dos corpos sugeriam que os planetas e o Sol giravam em torno da Terra, que estava no centro do Universo. Contudo, Copérnico provou que a Terra e todos os demais corpos orbitavam a estrela, criando o modelo heliocêntrico. Desde então, os cientistas buscaram relações numéricas que descrevessem o movimento dos corpos. Por isso foram elaboradas diversas teorias e leis, como as de Kepler e as de Newton. Entretanto, hoje sabe-se que o método mais adequado para descrever o movimento dos corpos em torno do Sol é a Teoria da Relatividade deEinstein.
O Sol é a estrela que se localiza no centro do Sistema Solar. Compreende mais de 99% da massa do sistema, composto principalmente de hidrogênio e hélio, e que gera sua energia a partir da fusão nuclear. Os quatro primeiros planetas são chamados de planetas telúricos por terem em comum uma superfície sólida e rochosa. Destes, a Terra é o maior e o único conhecido que abriga vida. Além da órbita de Marte, existe uma região povoada com diversos corpos menores que formam o Cinturão de Asteroides, onde se encontra o planeta anão Ceres. Logo a seguir estão os planetas gigantes gasosos, dos quais o mais massivo é Júpiter, que possui ainda dezenas de satélites naturais com características peculiares. Saturno é famoso por seu sistema de anéis característico. Além da órbita de Netuno, o último planeta, encontra-se outra região povoada por incontáveis corpos menores, chamada de Cinturão de Kuiper, onde estão quatro planetas anões, dentre eles Plutão. Acredita-se, ainda, que em uma área muito mais afastada existem inúmeras "pedras de gelo" chamada de Nuvem de Oort, que seria uma das origens dos cometas.




O Sistema Solar é constituído essencialmente pelo Sol e pelo conjunto de corpos que estão sob seu domínio gravitacional. Os oito planetas são os componentes mais massivos do sistema, divididos em planetas telúricos (os quatro menores e mais próximos do Sol, predominantemente rochosos) e gigantes gasosos (os quatro maiores e mais afastados do Sol). A maior parte desses corpos possui força gravitacional suficiente para manter uma camada de gases ao seu redor, ou seja, possuem atmosfera. Existem ainda cinco corpos que, de acordo com padrões da União Astronômica Internacional, se enquadram na categoria de planetas anões.




Sol

O Sol em atividade. Note a erupção liberando matéria no espaço, chamada deejeção de massa coronal.
O componente central e principal fonte de energia do Sistema Solar, o Sol, embora seja o astro mais luminosos quando visto do nosso planeta, é uma estrela relativamente pequena e comum na Via Láctea, com um raio de aproximadamente setecentos mil quilômetros.

Planetas telúricos

Comparação de tamanho entre os planetas telúricos.
Os quatro planetas mais próximos do Sol formam o grupo dos planetas telúricos e têm como características comuns a presença de crostas formadas sobretudo por silicatos, além de núcleos cuja composição possui elevada porcentagem de ferro. Durante o período de formação planetária, a ausência de gelo na região e a massa modesta desses corpos não favoreceram a absorção de gases da nebulosa solar, razão pela qual são primariamente rochosos. Desse grupo, nenhum possui sistema de anéis planetários e somente a Terra e Marte possuem um e dois satélites naturais, respectivamente. Mercúrio possui uma atmosfera extremamente rarefeita, em contraste com a espessa camada de gases que envolvem o planeta Vênus. A atmosfera terrestre, por sua vez, possui uma composição peculiar por conta da presença de seres vivos, enquanto a de Marte encontra-se bem mais rarefeita mas que possivelmente já foi espessa o suficiente para garantir a presença de água em estado líquido.


O planeta mais próximo do Sol, que gasta somente oitenta e oito dias para completar seu período de translação, possui uma aparência acinzentada com inúmeras marcas de impactos que lembram a superfície lunar. Dentre as formas de relevo presentes no planeta, destacam-se as áreas planas, as crateras de impacto e formações montanhosas sinuosas, formadas pela contração da crosta durante o período de resfriamento do planeta.. Mercúrio é o segundo planeta mais denso do Sistema Solar, com um núcleo metálico cujo raio equivale a 75% do raio do planeta, e que é responsável pela manutenção de um fraco campo magnético. Existem evidências da existência de água sob a forma de gelo em Mercúrio, em crateras profundas nos polos norte e sul que nunca recebem a luz do Sol diretamente.


O segundo planeta a partir do Sol possui tamanho similar ao da Terra, bem como composição e massa parecidos. Contudo, o período de rotação do planeta é de 243 dias, tempo maior do que o necessário para Vênus completar uma órbita ao redor do Sol. Apesar do núcleo ferroso de Vênus ser similar ao da Terra, a rotação extremamente lenta não permite a existência de um campo magnético. A atmosfera venusiana, extremamente espessa e violenta, é composta primariamente por gás carbônico além de vapores de ácido sulfúrico que formam nuvens permanentes que envolvem todo o planeta. Como consequência, associado a intensa pressão atmosférica (noventa vezes superior à pressão atmosférica terrestre), ocorre uma espécie de superefeito estufa, fazendo com que a temperatura na superfície atinja mais de 470 graus Celsius.

O maior planeta telúrico e o quinto maior do Sistema Solar é o terceiro planeta a partir do Sol. Seu núcleo, formado principalmente por ferro, ao redor do qual encontra-se uma camada de rochas fundidas que, por sua vez, é cercada por uma crosta relativamente fina e dividida em placas tectônicas, as quais estão em constante movimento provocando atividade vulcânica. Nosso planeta possui somente um único satélite natural, a Lua..

Marte
O planeta telúrico mais afastado do Sol passou a ser um mundo intrigante a partir do advento das observações telescópicas. Exibindo calotas polares variáveis e características superficiais mutantes, o planeta levantava suspeitas da possível existência de vida fora da Terra. Contudo, após o envio de sondas e exploradores robóticos, descobriu-se que Marte é um planeta desértico e sem constatação da existência de seres vivos. Com metade do tamanho do nosso planeta, apresenta acidentes geográficos notáveis, como o Monte Olimpo, o maior vulcão extinto do Sistema Solar, com altitude três vezes maior do que a do Monte Everest.


Planetas gigantes
Os oito planetas do Sistema Solar em escala.
Os quatro maiores e mais afastados planetas do Sistema Solar formam o grupo dos gigantes gasosos, cujas dimensões são consideravelmente maiores que as terrestres. Compostos principalmente por hidrogênio e hélio, além de uma pequena fração de elementos mais pesados, esses planetas possuem baixa densidade e tem como maior componente Júpiter. Os dois planetas mais distantes do Sol, Urano e Netuno, recebem também a denominação de gigantes de gelo, dada a sua composição diferenciada em relação aos dois outros gigantes.
Júpiter

Júpiter, com a Grande Mancha Vermelha proeminente em sua parte sul. A mancha escura se trata da sombra projetada por Europa, um satélite natural.
O maior e mais massivo planeta do Sistema Solar tem como característica fundamental as faixas multicoloridas criadas por fortíssimos ventos na parte superior da atmosfera.
Júpiter possui mais de cinquenta satélites naturais, sendo que os quatro maiores e mais notáveis recebem a denominação especial de luas galileanas 


Saturno
O segundo maior planeta do Sistema Solar possui uma composição semelhante à de Júpiter, rico em hidrogênio e hélio. Sua atmosfera, em função do calor irradiado do centro do planeta, apresenta-se em constante turbulência com ventos de mais de 1 800 quilômetros por hora que criam bandas visíveis amarelas e douradas. Contudo, a cacterística mais notável de Saturno é seu impressionante sistema de anéis, formado por pedras de gelo que se espalham por milhares de quilômetros acima do equador do planeta, mas a espessura dos anéis é de somente dez metros em média.

Urano
O sétimo planeta do Sistema Solar foi o primeiro a ser descoberto diretamente com o auxílio de um telescópio, em 1781. Assim como o de Vênus, o sentido de rotação de Urano é retrógrado, ao contrário da maioria dos corpos do Sistema Solar. Além disso, o eixo de rotação é extremamente inclinado, fazendo com que os polos do planeta fiquem diretamente voltados para o Sol durante um longo período. A atmosfera do planeta, formada principalmente de hidrogênio e hélio, além de uma pequena quantidade de metano (responsável pela coloração azul esverdeada) e água, mostra-se dinâmica conforme as mudanças de estação do planeta. O interior de Urano possivelmente contém uma camada líquida de água, metano e amônia.
Netuno
O gigante e gelado planeta Netuno, o mais afastado planeta do Sistema Solar, foi o primeiro planeta localizado através de cálculos matemáticos em vez de observações regulares do céu, partindo-se das irregularidades presentes na órbita de Urano, cuja causa foi constatada com o auxílio de um telescópio. apresenta relevante porcentagem de metano, que lhe confere coloração azulada.. As camadas intermediárias do planeta são possivelmente formadas por compostos que formam gelo, como amônia e água, ao redor de um núcleo rochoso.


Planetas anões
Desde sua descoberta, Plutão foi considerado o nono planeta do Sistema Solar, até que a descoberta em 2005 de um novo corpo celeste, posteriormente denominado Éris, cujas dimensões eram semelhantes às de Plutão, colocou em xeque a definição do que de fato seria um planeta. As discussões transcorreram até o ano seguinte, quando decidiu-se criar uma classificação que englobe a características distintas desses corpos, maiores que asteroides, mas substancialmente menores que os demais planetas. Tais corpos passaram a ser denominados, a partir de então, planetas anões que têm em comum o fato de que, embora sejam esféricos como um planeta, seu tamanho não foi suficiente para "limpar" sua órbita, ou seja, sua força gravitacional não é suficiente para atrair corpos menores nas proximidades.
Com dois terços do diâmetro da Lua aproximadamente, Plutão provavelmente é formado por um núcleo rochoso cercado por uma espessa camada de gelo.



Vídeo sobre o Sistema Solar 







Disponível em < http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Solar> acessado em 20 de agosto de 2013



 História de Ribeirão usando Atlas escolar Histórico, Geográfico e Ambiental de Ribeirão Preto



 Objetivo geral
Perceber a permanência de formas de mapeamentos antigas e modernas, pontos positivos e negativos.



Atlas escolar Histórico, Geográfico e Ambiental de Ribeirão Preto




Localidade: Dentro de todos os e espaços: uma localização histórica, geográfica e espaço partindo do cotidiano para o global.

O trabalho realizado em EMEF Maria Ignêz Lopes Rossi ressaltou a importância da  localidade do lugar onde os alunos estão inseridos começando pela própria e escola, seguindo bairro, cidade, país, mundo e sistema solar, o projeto  busca uma interação com os conteúdos de história, geografia e ciências , com o objetivo de ressaltar as peculiaridades  sociais e culturais do meio social no qual o aluno está inserido inicialmente, escola, bairro para depois inseri-los no espaço global: planeta e sistema solar.



História da escola

EMEF Prof.ª Maria Ignêz Lopes Rossi foi inaugurada em 21 de dezembro de 1996,  passou a funcionar no primeiro dia letivo de 1997 e é fruto da solicitação da comunidade desta localidade. Encontra-se localizada à rua Anselmo Marques Rodrigues, n.º 450, no Jardim Manoel Penna, em Ribeirão Preto/SP, próximo ao Jardim Roberto Benedetti, Nova Ribeirânia e Jardim São José. Atende alunos de Educação Infantil (pré- escola - de 03 anos e 1 mês a 06 anos) e Ensino Fundamental (06 anos e 1 mês a 14 anos – 1º ano a 8º série). Atende cerca de 599 alunos, sendo 144 de Educação  Infantil e 455 no Ensino Fundamental. Possui colegiados e associações - APM, Conselho de Escola e Grêmio Estudantil - atuantes, que colaboram para  o bom funcionamento da unidade escolar junto à direção e Secretária Municipal da Educação.
Nossa homenageada, Profª. Maria Ignêz Lopes Rossi, nasceu em Guará, aos 13/01/1937. Era filha do Sr. Domingos Lopes e Maria Costa Lopes, que lhe transmitiram os sólidos princípios morais que nortearam sua conduta por toda a vida.
 No ano de 1956, a família transferiu residência para Ribeirão Preto, onde ela se casou com Sr. Wanderley Rossi, nascendo desse consórcio matrimonial os filhos Ricardo e Rogério.
 Depois de 17 anos de vida conjugal, ela retornou aos estudos, cursando 7º e 8º série, bem como o colegial na Escola Municipal Dom Luiz do Amaral Mousinho.
 Ingressou, então na faculdade Barão de Mauá, sendo excelente aluna conseguiu uma bolsa de estudos para o curso de pedagogia.
 Habilitou-se em matemática pela Unifran, onde também obteve 3 bolsas de estudos
 Daí, iniciou uma das mais brilhantes carreiras do Magistério, dando aos seus alunos, além da formação intelectual, formação moral. Era muito admirada e respeitada por todos.
 Lecionou na Escola de 1º grau “Romualdo Monteiro de Barros”, Escola “Hermínia Gugliano”, nas escolas municipais “Prof. Raul Machado” e Dom Luiz do
Amaral Mousinho”. Também lecionou nas escolas estaduais “Antônio Diederichsen”, “Amélia dos Santos Musa”, Cid Oliveira Leite” e Prof. Eugênia Vilhena de Moraes”.



Bairros atendidos pela escola

Nossa comunidade escolar é composta por quatro bairros – Jardim Roberto Benedetti, Jardim São José, Jardim Manoel Pena e condomínio Jatobá, sendo também atendidos Recreio das Acácias e Recreio Anhanguera. Fica numa região isolada, ladeada por duas rodovias: Via Anhanguera e Rodovia Antonio Machado Sant’ Anna, tendo acesso pela avenida Celso Charuri (continuação da Av. Dr. Francisco Junqueira). A partir do ano 2000, o bairro passou a ter nova entrada, pelas marginais que ladeiam o Novo Shopping Center. 
 No complexo do Jardim São José existe também uma escola estadual, que atende alunos de 1ª a 8ª série do Ensino Fundamental e Ensino Médio (manhã e tarde).
           Apesar de ser uma região nova, a comunidade é bem organizada, pois conta com Associações de Bairro atuantes. Os moradores do Jardim Manoel Pena e São José atuam também nos Conselhos Municipais de Saúde e Segurança que a cidade possui.
           Quanto aos equipamentos públicos, além da escola estadual, o Jardim São José conta também com uma Unidade Básica de Saúde.

Quem foi Manoel Penna?


Natural do Vale do Paraíba, Manoel Penna desembarcou na Estação Mogiana, em Ribeirão Preto, aos 21 anos, em 1910, em busca de melhores oportunidades nas ricas produções de café. Mas foi o encontro com Diederichsen que determinou sua trajetória profissional. Foi balconista e varredor da loja do futuro amigo, trabalhando 15 horas por dia com muita determinação. Vivo, comunicativo e disciplinado, logo ganhou a confiança do empresário, que via no funcionário um promissor homem de negócios.

Manoel Penna foi responsável pela chegada do primeiro automóvel vendido em Ribeirão Preto, assim como da primeira geladeira elétrica, quando a empresa de Diederichsen passou a investir em eletrodomésticos. Nesse período, Penna já havia se tornado gerente e procurador do empresário. A amizade entre eles levou Diederichsen a repetir, por toda a vida, que Penna e ele compunham dois corpos com uma só cabeça.

Foi graças a esse tino compartilhado e à diversificação que os negócios de Diederichsen não sofreram tanto com a Crise de 1929. O negócio cresceu ainda mais com a inauguração do prédio em 1936, que teve cada um de seus 3.750 m² de área construída comercializados por Penna, inclusive conquistando a Antarctica como cliente, o que transformaria o local em referência também por hospedar o famosíssimo Pinguim. 



 O BAIRRO
O Jardim Manoel Penna está localizado na região leste de Ribeirão Preto, em uma área de 280.787,28m2. Foi inaugurado no dia 02 de julho de 1994, pelo então prefeito Antônio Palocci, com 600 residências todas lajeadas, 2 quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, totalizando 50m2 de construção em um terreno de 10x20m2(200m2). Conta com aproximadamente 2.500 habitantes.
Manoel Penna Manoel Penna nasceu em Areias, no Vale do Paraíba em 1889. Chegou a Ribeirão Preto em junho de 1911, com 22 anos de idade, e começou a trabalhar com Antônio Diederichsen de quem se tornaria sócio em 1938. Foi um grande colaborador do Asilo Padre Euclides e da Santa Casa de Misericórdia. Manoel Penna (na intimidade conhecido por Lolé) casou-se com a prima Esther em 29 de julho de 1919, com que teve três filhas. Trabalhou até os 87 anos de idade, foi fundamental na construção do Grupo DiederichsenSanta Emilia. Faleceu em agosto de 1990, aos 101 anos de idade.