O trabalho realizado em EMEF Maria Ignêz Lopes Rossi ressaltou a importância da localidade
do lugar onde os alunos estão inseridos começando pela própria e escola,
seguindo bairro, cidade, país, mundo e sistema solar, o projeto busca uma interação com os conteúdos de
história, geografia e ciências , com o objetivo de ressaltar as
peculiaridades sociais e culturais do
meio social no qual o aluno está inserido inicialmente, escola, bairro para
depois inseri-los no espaço global: planeta e sistema solar.
História da escola
A EMEF Prof.ª Maria Ignêz Lopes Rossi foi
inaugurada em 21 de dezembro de 1996, passou a funcionar no primeiro dia
letivo de 1997 e é fruto da solicitação da comunidade desta localidade.
Encontra-se localizada à rua Anselmo Marques Rodrigues, n.º 450, no Jardim
Manoel Penna, em
Ribeirão Preto/SP, próximo ao Jardim Roberto Benedetti, Nova
Ribeirânia e Jardim São José. Atende alunos de Educação Infantil (pré- escola -
de 03 anos e 1 mês a 06 anos) e Ensino Fundamental (06 anos e 1 mês a 14 anos –
1º ano a 8º série). Atende cerca de 599 alunos, sendo 144 de Educação Infantil e 455 no Ensino Fundamental. Possui
colegiados e associações - APM, Conselho de Escola e Grêmio Estudantil
- atuantes, que colaboram para o bom funcionamento da unidade
escolar junto à direção e Secretária Municipal da Educação.
Nossa homenageada, Profª. Maria Ignêz
Lopes Rossi, nasceu em Guará, aos 13/01/1937. Era filha do Sr.
Domingos Lopes e Maria Costa Lopes, que lhe transmitiram os sólidos princípios
morais que nortearam sua conduta por toda a vida.
No ano de 1956, a família
transferiu residência para Ribeirão Preto, onde ela se casou com Sr. Wanderley
Rossi, nascendo desse consórcio matrimonial os filhos Ricardo e Rogério.
Depois de 17 anos de vida conjugal, ela
retornou aos estudos, cursando 7º e 8º série, bem como o colegial na Escola Municipal
Dom Luiz do Amaral Mousinho.
Ingressou, então na faculdade Barão de
Mauá, sendo excelente aluna conseguiu uma bolsa de estudos para o curso de
pedagogia.
Habilitou-se em matemática pela
Unifran, onde também obteve 3 bolsas de estudos
Daí, iniciou uma das mais brilhantes
carreiras do Magistério, dando aos seus alunos, além da formação intelectual,
formação moral. Era muito admirada e respeitada por todos.
Lecionou na Escola de 1º grau “Romualdo
Monteiro de Barros”, Escola “Hermínia Gugliano”, nas escolas municipais “Prof.
Raul Machado” e Dom Luiz do
Amaral
Mousinho”. Também lecionou nas escolas estaduais “Antônio Diederichsen”,
“Amélia dos Santos Musa”, Cid Oliveira Leite” e Prof. Eugênia Vilhena de
Moraes”.
Bairros
atendidos pela escola
Nossa
comunidade escolar é composta por quatro bairros – Jardim Roberto
Benedetti, Jardim São José, Jardim Manoel Pena e condomínio Jatobá, sendo
também atendidos Recreio das Acácias e Recreio Anhanguera. Fica numa região
isolada, ladeada por duas rodovias: Via Anhanguera e Rodovia Antonio
Machado Sant’ Anna, tendo acesso pela avenida Celso Charuri (continuação da Av.
Dr. Francisco Junqueira). A partir do ano 2000, o bairro passou a ter
nova entrada, pelas marginais que ladeiam o Novo Shopping
Center.
No complexo
do Jardim São José existe também uma escola estadual, que atende alunos de 1ª a
8ª série do Ensino Fundamental e Ensino Médio (manhã e tarde).
Apesar de ser uma região nova, a comunidade é bem organizada, pois conta com
Associações de Bairro atuantes. Os moradores do Jardim Manoel Pena e São José
atuam também nos Conselhos Municipais de Saúde e Segurança que a cidade possui.
Quanto aos equipamentos públicos, além da escola estadual, o Jardim São José
conta também com uma Unidade Básica de Saúde.
Quem
foi Manoel Penna?
Natural do Vale do
Paraíba, Manoel Penna desembarcou na Estação Mogiana, em Ribeirão Preto, aos
21 anos, em 1910, em busca de melhores oportunidades nas ricas produções de
café. Mas foi o encontro com Diederichsen que determinou sua trajetória profissional.
Foi balconista e varredor da loja do futuro amigo, trabalhando 15 horas por dia
com muita determinação. Vivo, comunicativo e disciplinado, logo ganhou a
confiança do empresário, que via no funcionário um promissor homem de
negócios.
Manoel Penna foi responsável pela chegada do primeiro automóvel vendido em Ribeirão Preto,
assim como da primeira geladeira elétrica, quando a empresa de Diederichsen
passou a investir em
eletrodomésticos. Nesse período, Penna já havia se tornado
gerente e procurador do empresário. A amizade entre eles levou Diederichsen a
repetir, por toda a vida, que Penna e ele compunham dois corpos com uma só
cabeça.
Foi graças a esse tino compartilhado e à diversificação que os negócios de
Diederichsen não sofreram tanto com a Crise de 1929. O negócio cresceu ainda
mais com a inauguração do prédio em 1936, que teve cada um de seus 3.750 m² de área
construída comercializados por Penna, inclusive conquistando a Antarctica como
cliente, o que transformaria o local em referência também por hospedar o
famosíssimo Pinguim.

O BAIRRO
O
Jardim Manoel Penna está localizado na região leste de Ribeirão Preto, em uma
área de 280.787,28m2. Foi inaugurado no dia 02 de julho de 1994, pelo então
prefeito Antônio Palocci, com 600 residências todas lajeadas, 2 quartos, sala, cozinha,
banheiro e área de serviço, totalizando 50m2 de construção em um terreno de
10x20m2(200m2). Conta com aproximadamente 2.500 habitantes.
Manoel
Penna Manoel Penna nasceu em Areias, no Vale do Paraíba em 1889. Chegou a Ribeirão
Preto em junho de 1911, com 22 anos de idade, e começou a trabalhar com Antônio
Diederichsen de quem se tornaria sócio em 1938. Foi um grande colaborador do
Asilo Padre Euclides e da Santa Casa de Misericórdia. Manoel Penna (na
intimidade conhecido por Lolé) casou-se com a prima Esther em 29 de julho de
1919, com que teve três filhas. Trabalhou até os 87 anos de idade, foi
fundamental na construção do Grupo DiederichsenSanta Emilia. Faleceu em agosto
de 1990, aos 101 anos de idade.